sábado, 21 de agosto de 2010

Sete (7) Fundamentos para se ter um Casamento: Feliz e bem Sucedido.

"Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea. Havendo pois o senhor Deus formado da terra todos os animais do campo, e todas as aves dos céus, trouxe-os ao homem, para ver como este lhes chamaria; e o nome que o homem deste a todos os seres viventes, esse seria o nome deles. Deu nome o homem a todos os animais domésticos, as aves dos céus, e a todos os animais selváticos; para o homem tadavia não se achava uma auxiliadora que lhe se já idônea. Então o Senhor Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu: Tomou uma das suas costelas, e fechou o lugar com carne. E a costela que o Senhor Deus tomara ao homem transformo-a numa mulher e lhe trouxe. E disse o homem: esta afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne, chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro o homem e a mulher estavam nus e não se envergonhavam." Gn 2.18-24

AFIRMAÇÃO: O casamento é uma instituição que foi Criada e elaborada por Deus.

PRIMEIRO FUNDAMENTO: CO-IGUALDADE
A mulher foi feita de uma costela tirada ao lado de Adão; não de sua cabeça para governar sobre ele, nem de seu pé para ser pisada por ele; mas de seu lado, para ser igual a ele, debaixo de seu braço para ser protegida, e perto de seu coração para ser amada.

SEGUNDO FUNDAMENTO: FIDELIDADE
O Mundo não acredita mais na fidelidade. Todavia, um casamento alicerçado neste princípio tem muito mais possibilidades de subsistir diante das pressões do dia a dia. A fidelidade é uma atitude "sine Qua non" para que se tenha um casamento feliz e bem sucedido.



TERCEIRO FUNDAMENTO: VERDADE
A verdade deve sempre prevalecer independente do conflito em questão. Aonde existe verdade existe confiança, e aonde existe confiança não existe possibilidade de incoerências e "achismos".   A Verdade é sempre forte, não importa quão fraca pareça, e a falsidade é sempre fraca, não importa o quão forte pareça.


QUARTO FUNDAMENTO: AMOR
Em I Co. 13.4-7, o autor fala: "O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


QUINTO FUNDAMENTO: ALIANÇA
O que faz o casamento uma instituição duradoura, não são os bens que possuímos, as boas relações que desenvolvemos, ou o amor que temos um pelo outro. O que sustenta o matrimônio é a aliança que fazemos um com outro diante de Deus, familiares e amigos.

SEXTO FUNDAMENTO: COMPREENÇÃO
Compreensão e determinação: Existem 02 fatores que comumente agem de forma implacável e persistente sobre o casamento nos dias de hoje:
A incompreensão entre os cônjuges. Duas pessoas que se amam tem que desenvolver a habilidade de compreender uma à outra. Isto é, desenvolver uma atitude compreensiva e madura para com as fraquezas de seu cônjuge, não intencionando mudá-lo(a) com críticas ou insinuações maldosas. O casamento é um ajustamento Contínuo.
Falta de determinação de se permanecer casado. O casamento se mantém não pelo amor somente, mais sobretudo pela aliança feita pelo casal diante Deus.

SÉTIMO FUNDAMENTO: TER JESUS
Ter Jesus como âncora e socorro. Com certeza os conflitos virão, e ainda que nós desenvolvamos todos os princípios citados, sem Jesus, estamos fadados ao fracasso.

Pr. Gualter Guedes

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

JESUS COMO O BOM PASTOR (João Cap. 10)

      Os eventos da primeira metade desse capítulo (vv. 1-21) acontecem logo depois da expulsão do homem que fora cego, em 9:34, enquanto os ensinamentos da última metade (vv. 22-42) acontecem dois ou três meses depois. O simbolismo do pastor e de suas ovelhas amarra o capítulo como um todo.

1.        A    IMAGEM (1.1-6)
Esses seis primeiros versículos retratam o relacionamento do pastor com suas ovelhas. O versículo 6 chama esse retrato de “parábola”, mas a melhor palavra seria alegoria. Cristo apenas lembra às pessoas de como agem o pastor e as ovelhas. Mais adiante no capítulo, ele faz uma aplicação mais direta.
No Oriente Médio, o aprisco de ovelhas era muito simples: tinha um muro de pedra em volta, talvez com 3 metros e altura, e uma abertura que servia como porta. Nas vilas, os pastores levavam as ovelhas para o aprisco ao cair da noite e deixavam o porteiro de guarda. De manhã, cada pastor chamava suas ovelhas, que reconheciam a voz do dono e saíam do aprisco. O porteiro (ou um dos pastores) dormia na abertura do aprisco e, no fim, funcionava como “a porta”. Nada nem ninguém podia entrar ou sair do aprisco sem passar pelo porteiro ou pastor.
Cristo indica que o verdadeiro pastor passa pela porta (v. 1), chama suas ovelhas pelo nome, as quais o reconhecem (v. 3), e lidera as ovelhas que o seguem (vv. 4-5). Ladrões e salteadores, tentam entrar no aprisco por algum caminho misterioso, todavia as ovelhas não os reconhecem nem os seguem.

  1. A        EXPLICAÇÃO (10.7-21)
A.                 A porta (vv.7-10) – Jesus Cristo é a porta e, como tal, guia as ovelhas para dentro e para fora. No cap. 9, o homem que fora cego foi “expulso” (excomungado) pelos falsos pastores porque creu em Jesus, todavia Cristo Levou-o para um novo aprisco. Na verdade este capítulo fala de três portas, e devemos conhecê-las se quisermos apreender o significado total dessa explicação:

(1)                A porta do aprisco (v.1). Aqui, o aprisco não é o céu, mas a nação de Israel (veja Sl. 100). Cristo foi a Israel pelo caminho mencionado nas Escrituras. O porteiro (João Batista) abriu a porta para ele.

(2)                “ A porta das ovelhas” (v. 7). Essa é a porta que leva as pessoas para fora de seu aprisco atual, nesse caso o judaísmo. Cristo abriu o caminho para que multidões deixassem o sistema religioso antigo e encontrassem vida nova.

(3)                 A porta da salvação (v. 9). A ovelha usa essa porta para entrar e para sair, o que fala de liberdade; elas têm vida eterna e desfrutam das pastagens da Palavra de Deus. Satanás, por intermédio de seus falsos mestres (ladrões e salteadores), quer roubar, matar e destruir as ovelhas, mas Cristo dá vida abundante e cuida das ovelhas.

B.                  O pastor (vv. 11-15) – Aqui, há um contraste entre os fariseus (mercenários), que não se preocupam com a ovelha, e Jesus Cristo, o bom Pastor. O mercenário foge e protege a si mesmo quando o inimigo vem, no entanto Cristo abre a mão de boa vontade de sua vida pelas ovelhas. (Veja At. 20.29). Cristo, como bom Pastor, dá sua vida na cruz (Sl. 22); como o grande Pastor, ele cuida das ovelhas (Hb 13.20 e Sl 23); como o supremo Pastor, ele volta em glória para suas ovelhas (Sl 24 e 1 Pe 5.4). No v. 18, ele fala de sua morte e de sua ressurreição.

C.                 O rebanho ( vv. 16-21) – As “outras ovelhas” são os gentios, os quais não estavam no rebanho judeu. Jesus devia trazê-los, e ele faz isso por intermédio de sua voz, sua Palavra. Em Atos 10, vemos isso acontecer quando Pedro vai aos gentios e prega a Palavra; estes crêem e são salvos. O v. 16 afirma: “Haverá um rebanho (a igreja) e um pastor (Cristo)”. A igreja é composta de judeus e de gentios que crêem em Cristo, e há um corpo, um rebanho, uma vida espiritual em comum (veja (Ef. 2.11-22; 3.1-13; 4.1-5).
              Cristo é o bom Pastor que morre pelas ovelhas. (No AT, a ovelha morre pelo pastor!) Ele chama por sua Palavra, e os que crêem passam pela Porta, deixam seus rebanho religioso e entram no verdadeiro rebanho de Cristo, a Igreja.

  1. A       APLICAÇÃO (10.22-42)
Dois ou três meses depois, os judeus ainda discutem com Jesus a respeito do que ele disse! Cristo mostra-lhes que eles não são uma “das (suas) ovelhas” e, por isso, não podiam acreditar. Aqui ele apresenta uma bela descrição dos verdadeiros cristãos, suas ovelhas:
(1)                Elas ouvem sua voz, o que significa que escutam sua Palavra e respondem a ela. O não-salvo tem pouco ou nenhum interesse na Bíblia. A verdadeira ovelha vive na Palavra.
(2)                Elas conhecem a Cristo, e ele as conhece (cc. 14, 27), portanto não seguirão um falso pastor. Os membros da igreja que vão de um sistema religioso para outro, ou de um culto para outro, mostram que não são ovelhas verdadeiras.
(3)                Elas seguem a Cristo, o que fala de obediência. Ninguém que viva em desobediência obstinada, persistente e aberta e que se recuse a tomar uma atitude em relação a isso tem o direito de afirmar que é uma ovelha de Cristo. Da mesma forma que há falsos pastores, também há cabritos que tentam se passar por ovelhas. Um dia, Cristo lhes dirá: “Nunca vos conheci” (Mt 7.23).
(4)                Elas têm vida eterna e são seguras, Os vv. 28 e 29 afirmam a maravilhosa segurança que os verdadeiros crentes têm em Cristo e nas mãos do Pai, uma garantia dupla de preservação eterna para suas ovelhas. Somos o presente do Pai para o Filho, e o Pai não pegará de volta o presente. A ovelha é uma bela ilustração do cristão. A ovelha é um animal  limpo,e os cristãos foram purificados de seu pecado. As ovelhas andam em grupos, e os verdadeiros cristãos também. A ovelha é inocente, e os cristãos devem ser sem culpa e inocentes. A ovelha precisa do pastor para protegê-la, para orientá-la e para alimentá-la, e nós precisamos de Cristo para dar-nos proteção espiritual, orientação diária e alimento espiritual. A ovelha é útil e produtiva, como também o são os verdadeiros cristãos. Por fim, usavam a ovelha para sacrifícios, e os cristãos estão dispostos a entregar-se como “sacrifício vivo” por Cristo (Rm 12.1).
             Os judeus provaram sua descrença ao tentar matar Cristo. Ele refutou-os ao citar Sl 82.6. Se Jeová chamou os juízes terrenos de “deuses”, sem dúvida Jesus pode chamar a si mesmo de Filho de Deus! Cristo, com cuidado para não correr risco desnecessário, deixou a cena. Muitos foram a ele e depositaram nele sua fé. Eles, pela fé, passaram pela Porta, saíram do rebanho religioso judeu e entraram na liberdade e na vida eterna que apenas Cristo pode dar.

Pr. Gualter Guedes

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

JESUS COMO A LUZ DO MUNDO (João Cap. 9)

Esse capítulo apresenta o sexto dos sete milagres especiais registrados no evangelho de João como testemunhos da divindade de Cristo (20.30-31). Os três primeiros sinais mostram que a pessoa é salva: pela Palavra (água em vinho), pela fé (cura do filho do oficial do rei) e pela graça (cura do paralítico). Os últimos quatro sinais mostram o efeito da salvação: satisfação (alimentação dos 5 mil), paz (pacificação da tempestade), luz (cura do cego) e vida (ressuscitação de Lázaro).

1.       A CURA (9.1-7)
A.       O homem tem as características do pecador perdido

(1)     Ele era cego (Ef. 4.18; Jo 3.3; 2 Co 4.3-6). O não-salvo, não obstante seja intelectual como Nicodemos, não pode ver nem entender as coisas espirituais. (Veja 1 Co 2.14-16)
(2)     Ele pedia Esmolas. Na visão de Deus, os não-salvos são pobres, embora possam ser ricos do ponto de vista do mundo. Ele esmola por alguma coisa que satisfaça suas necessidades mais profundas.
(3)     Ele estava desamparado.  Ele não podia curar a sim mesmo, e os outros também não podiam curá-lo.

B.       A cura mostra como Cristo salva o pecador

(1)     Ele foi ao homem pela graça.  Cristo poderia ter passado por ele sem parar, pois era sábado, e ele deveria descansar (v. 14). Jesus faz algo pelo homem enquanto os discípulos discutem a respeito da causa de sua cegueira.
(2)     Ele estimulou o homem.  Um cisco irrita os olhos. Imagine um bolo de barro no olho. Todavia, a sujeira nos olhos encorajou-o a lavá-los. Acontece o mesmo com a pregação da Palavra: ela estimula o pecador com a condenação para que queira tomar alguma atitude em relação aos seus pecados. (Veja At. 2.37).
(3)     Ele curou o homem com seu poder.  O homem provou sua fé em Cristo ao obedecer à Palavra. Hoje, a “religião” quer dar substitutos para a salvação aos homens, mas apenas Cristo pode salvar das trevas do pecado e do inferno.
(4)     A cura glorifica a Deus. Todas as conversões verdadeiras são apenas para a glória do Senhor. (Veja Efésios 1.5-6, 12, 14; 2.8-10).
(5)     Os outros perceberam a cura.  Seus pais e vizinhos notaram a mudança em sua vida. É isso que acontece quando a pessoa nasce de novo – os outros percebem a diferença que isso traz (2 Co 5.17).

2.       A CONTROVÉRSIA (9.8-34)
Os líderes religiosos determinaram que qualquer pessoa que confessasse a Cristo publicamente seria expulsa da sinagoga (v. 22). Claro que isso significa perder amigos e família e todos os benefícios da religião judaica. Essa determinação forçou os pais do cego e seus vizinhos a evitar falar do que era importante quando perguntados a respeito da surpreendente cura. No versículo 11, a confissão simples do cego exaltou a Cristo. Embora no momento ele não soubesse quem era realmente “o homem chamado Jesus”. Os fariseus atacaram Cristo ao dizer-lhe que ele não era Deus (v. 16) e ao chamá-lo de pecador (v. 24). O homem que fora cego disse o que sabia (v. 25) e mostrou aos fariseus como o que eles pensavam era insensato (vv. 30-33). Um crente simples de coração sabe mais sobre a verdade espiritual que teólogos instruídos não-salvos. (Veja Sl. 119.97-104). O resultado final: expulsaram o homem da sinagoga.
Seria fácil para o homem esconder sua confissão e evitar a controvérsia, mas ele defendeu sem temor sua causa. Ele sabia a diferença que Cristo fizera em sua vida e não podia negá-la. Todos os que encontram Cristo e crêem nele devem tornar isso público.

3.       A CONFISSÃO DELE (9.35-41)
No momento, o homem não percebia isso, mas o lugar mais seguro para ele era fora da congregação religiosa judaica. Os judeus o expulsaram, mas Cristo recebeu-o. Esse homem, como Paulo (veja Fp 3.1-10), “perdeu sua religião”, contudo encontrou salvação e foi para o céu.
Observe com atenção como esse homem cresceu no conhecimento de Cristo:
(1)      Um homem chamado Jesus (v. 11), isso era tudo que ele sabia a respeito de Cristo quando foi curado.
(2)      Profeta (v. 17), foi a forma como ele se referiu a Jesus quando os fariseus o questionaram.
(3)      Homem [...] de Deus (vv. 31-33) foi o que ele concluiu que Jesus era.
(4)      Filho de Deus (vv. 35-38) foi sua confissão completa e final de fé. (veja 20.30-31).
     
        Provérbios 4.18 afirma: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”, e o crescimento em “luz” desse homem prova isso. O cristão é aquele que tem luz no coração (2 Co. 4.6) e que é luz (1 Jo. 1) e produz o fruto da luz (Ef. 5.8-9). A declaração dele: “Creio, Senhor”, foi o ponto de virada em sua vida.
        A mesma luz que guia uma pessoa pode cegar outro (vv. 39-41). Os fariseus admitem que podem ver e, por isso, são culpados, pois rejeitaram a evidência e não receberam a Cristo. O evangelho provoca reações distintas dos diferentes tipos de coração: o pecador cego recebe a verdade e a vê; a pessoa religiosa que se considera virtuosa rejeita a verdade e torna-se ainda mais cega espiritualmente. É perigoso rejeitar a luz.

Pr. Gualter Guedes

CONTROVÉRSIA: 1.  Debate regular sobre assunto literário, artístico, religioso, científico, etc.  2. Contestação, polêmica.


sábado, 7 de agosto de 2010

MENSAGEM P/ PREGADORES 1

As Marcas de Jesus
TEXTO:  Gálatas 6.17

INTRODUÇÃO: A Bíblia fala das marcas no corpo de Jesus (Jo. 20.27), e o Apóstolo Paulo testemunha que trazia em seu corpo as marcas de Jesus (Gl. 6.17). As pessoas também têm em si ou a marca, o selo do Espírito Santo (Ef 4.30), ou o sinal da besta (Ap. 13.16-18). Como seriam estas marcas de Jesus em nós?

I.          A MARCA DE JESUS É FRUTO DE COMUNHÃO
1)      Comunhão é intimidade (Sl. 25.14);
2)      Comunhão é vida em Deus (Jo. 15);
3)      Comunhão é andar com Deus (Gn. 5.21-24);
4)      O andar com Deus nos leva a uma vida de maturidade (Gn. 17.1)
5)      O pecado quebra a nossa comunhão (Is. 59.2). Esta comunhão precisa ser estabelecida a cada dia, como fruto de uma vida desafiada a imitar Jesus (1 Co 11.1, 1 Pe. 1,7-9).

II.        A MARCA DE JESUS É FRUTO DE DISCIPLINA
1)      Deus nos disciplina como filhos (Hb. 12.3, 11);
2)      O pastor Jesus nem sempre usa o cajado, às vezes ele usa a vara (Sl. 23.4);
3)      Pessoas com o caráter de Jesus são aquelas que descobriram e praticam o princípio da disciplina: disciplina no estudo da palavra, no exercício da oração, na obediência (Sl. 40.8; Fp. 2.8; Hb. 5.7,8);
4)      Poucos homens  foram tão parecidos com Jesus no seu caráter como Paulo. Observe como Paulo era um homem disciplinado (1 Co. 9.24-27);
5)      Nas coisas materiais as pessoas são disciplinadas; atletas, dançarinos, músicos levam a sério a disciplina.

III.      A MARCA DE JESUS É FRUTO DA IMITAÇÃO
1)      Somos desafiados a sermos imitadores de Jesus (1 Co. 11.1; 1 Jo. 2.6);
2)      Quando imitamos uma pessoa vamos aos poucos, nos tornando parecidos com ela.
3)      A nossa sociedade está pobre de modelos, de exemplos. A TV, o cinema, tem trazido modelos falsos, negativos. Precisamos de uma sociedade de caráter puro, forte, sem mácula. Veja como estão os nossos homens públicos. No Brasil, 1% apenas acredita na classe política. Nossa crise maior é crise de caráter
4)      Trazer as marcas de Jesus é trazer e ter as marcas do amor, da humanidade, da verdade, da retidão, da pureza, da santidade;
5)      Queremos em tudo imitar o Senhor, este é o ensino da Palavra de Deus em 1 Co 10.31; Cl 3.17,23. Os que imitam a Jesus têm o caráter de Jesus.

CONCLUSÃO: Os que não têm as marcas de Jesus terão, sem sombra de dúvida, as marcas da besta (Ap. 13.16-18). Você pode escolher. Quais são as marcas? O mundo pode olhar para você e dizer: Ele tem as marcas de Jesus. Deixe que o Espírito Santo venha sobre você, e então ele o levará a Jesus e fará de você uma pessoa com o caráter, e com as marcas de Jesus.

       Pr. Gualter Guedes

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Grande Culto ao nosso Deus

Me senti muito honrado numa visita que fiz a Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Ministério Despertando Vidas, no seu 6º Congresso da UFEMADI (União Feminina da Assembléia de Deus em Inhaúma), Pastoreada pelo Pr. Natanael Eufrásio, pertencente a nossa Coordenadoria da Capital - CEADER. Foi simplesmente maravilhoso. Sob o tema: “Mulheres de Atitude”, e como mensageiro da noite o amigo Pr. Alessandro Cassiano, atualmente no estado da Bahia. Foi uma verdadeira benção, talvez um dos maiores Congressos da história daquela Igreja.

Libertações, Curas, Batismo com Espírito Santo e o melhor, muitas vidas se renderam aos pés do nosso Senhor Jesus e outras que voltaram ao aprisco. O mover do Espírito Santo tomou conta da Igreja a ponto de muitos não conseguirem ficar em pé na igreja. Uma irmã relatou que somente na sua viagem a Israel ela tinha sentindo uma presença tão grandiosa assim de nosso Deus em sua vida.
O congresso do começo ao fim foi marcado pelo derramar da glória de Deus, reservando Ele para nós um término sobrenatural para nossas vidas



   
       Pr. Gualter Guedes Participando do Culto


Pr. Natanael Eufrázio
Sua esposa, Miss. Quézia e ao fundo o Pr. Alessandro Cassiano

quarta-feira, 28 de julho de 2010

JESUS COMO O DEFENSOR DO FRACO (João Cap. 8)

Esse capítulo apresenta Cristo em conflito com os líderes judeus e mostra uma série de contrastes importantes.

I. LUZ E TREVAS (8.1-20)
Os escribas e fariseus trouxeram essa mulher até Jesus no lugar do gazofilácio do templo (v.20). Eles queriam testá-lo (v.6) e deixá-lo em um dilema. Ele violaria a Lei mosaica se deixasse a mulher livre (Lv. 20.10; Dt. 22.22), e não poderia aclamar-se como perdoador de pecados se mandasse apedrejá-la. Creio que Cristo escreveu duas vezes na terra com os dedos a fim de lembrá-los das duas tábuas da Lei escritas à mão por Deus (Êx. 31.18; 32.15-18; 34.1). Moisés quebrou as duas primeiras tábuas de pedra no chão quando os judeus pecaram, contudo Deus perdoou o pecado deles, providenciou holocausto e deu-lhes outro conjunto de tábuas. Cristo morreu pelos pecados dessa mulher e podia perdoá-la.

No vr. 12, Jesus faz a grande afirmação: “EU SOU”, logo depois desse incidente. Cristo afirma ser Deus ao dizer que é a luz do mundo, pois Deus é luz (1 Jo. 1.5). As trevas falam de morte, de ignorância e de pecado; a luz, de vida, de conhecimento e de santidade. A luz se aborrece com o pecado (Jo 3.20). O pecador perdido vive nas trevas (Ef 2.1-3; 4.17-19; 5.8) e, se ele rejeitar Cristo, passará a eternidade nas trevas (Mt. 25.30). Os judeus discutem com Cristo no templo, em vez de submeter-se a ele!

II. CÉU E TERRA (8.21-30)
Existem dois nascimentos: o do alto, nascer de novo pelo Espírito de Deus, e o do mundo, nascer da carne. E há duas formas de morte: a morte em pecado do pecador e a morte no Senhor do crente (Ap. 14.13). A diferença entre elas é a fé em Jesus Cristo.

Jesus disse aos judeus que veio do céu, o Pai enviou-o (v. 26), ensinou-o (v. 28) e permanece com ele (v. 29). O Pai abandonou o Filho apenas quando ele se fez pecado por nós na cruz. No vr. 28, Jesus fala em ser “levantado”, referindo-se, é óbvio, à crucificação. Em 3.14-16, ele mencionou isso a Nicodemos e, em 12.32-34, fala de novo a respeito desse assunto.

III. LIBERDADE E ESCRAVIDÃO (8.31-40)
Cristo preveniu os judeus que creram (v. 30) de que fossem fiéis a fim de provar sua fé. A fé em Cristo faz com que a pessoa seja filho de Deus, mas a permanência da Palavra e o conhecimento da verdade (e o vivê-la) tornam o indivíduo um verdadeiro discípulo do reino. Cristo fala de escravidão e de liberdade espiritual, não física nem política. O pecador perdido é escravo das paixões e dos pecados (Tt 3.3), de Satanás e do mundo (Ef. 2.1-3). Os escravos são libertados quando recebem a verdade em Cristo.

Claro que os oponentes de Jesus apelaram para suas vantagens humanas: “Somos descendência de Abraão”. Eles disseram a mesma coisa a João Batista (Mt. 3.8-9). Jesus faz distinção entre a semente carnal de Abraão (v.37) e seus filhos espirituais (v. 39). Em Romanos 2.28,29; 4.9-12; 9.6 e Gálatas 4.22-29, Paulo faz a mesma distinção. As pessoas rejeitam Jesus porque confundem o físico e o espiritual. Jesus falou com Nicodemos a respeito do nascimento espiritual, mas este perguntou do nascimento físico (Jo. 3.4). Cristo ofereceu a vida eterna (água viva) à mulher que estava ao lado do poço, mas ela falava de água física (4.15). A salvação é uma experiência espiritual,e o nascimento físico não diz respeito a ela.

IV. FILHOS DE DEUS E FILHOS DE SATANÁS (8.41-47)
A Bíblia fala de quatro tipos diferentes de “filhos espirituais”. Por causa da nossa natureza, nascemos filhos da ira (Ef. 2.3). Quando atingimos a idade de responsabilidade e pecamos deliberadamente, nos tornamos filhos da desobediência (Ef. 2.2). Tornamo-nos filhos de Deus quando Cremos em Cristo (Jo 1.12). Todavia, a pessoa que, no fim, rejeita o Salvador e escolhe a hipocrisia (o substituto do demônio) torna-se filho do diabo. (Veja Mt. 13.24-30 e 36-43, que retratam o filho do diabo como uma imitação dos cristãos.).

Jesus menciona as características dos filhos do diabo:
A. Eles não dão espaço para a Palavra de Deus (v. 37).
B. Eles confiam na carne – nascimento humano, obras (v. 39).
C. Eles odeiam a Cristo e tentam matá-lo (vv. 40,44).
D. Eles não amam a Cristo ou as coisas dele (v. 42).
E. Eles não compreendem a Palavra – Satanás cegou-os (v. 43).
F. Eles são mentirosos e amam mais a mentira que a verdade (v. 44).
G. Eles não ouvem a Palavra de Deus; odeiam-na (v. 47).

Lembrem-se que esses filhos do diabo não eram totalmente imorais, pois eram pessoas religiosas autoconfiantes que rejeitaram Cristo. Hoje, Satanás engana muitas pessoas com uma forma exterior de santidade em que falta o poder do evangelho; contudo, essas pessoas pensam que estão verdadeiramente salvas e vão para o céu.

V. HONRA E DESONRA. (8.48-59)
Deus honra seu filho, mas homens hipócritas o desonram. Eles o desonram verbalmente ao chamá-lo de samaritano e ao dizer que está possuído pelo demônio. (Os samaritanos eram a escória na terra dos judeus). Jesus conta-lhes que Abraão viu o dia dele e regozijou-se com isso. Como Abraão viu o dia de Cristo? Pela fé (Hb 11.8-16). Ele viu a obra redentora de Cristo quando ofereceu Isaque sobre o altar (Gn 22). Deus compartilhou muitos segredos com seu amigo Abraão por causa de sua fé e de sua obediência (Gn. 18.16-22).

O homem deve aceitar a clara luz da Palavra de Deus quando ela brilha em seu coração e ser salvo, ou rejeitá-la e perder-se. Veja como esses líderes religiosos odiavam a Cristo e tentavam matá-lo! Na verdade, isso prova que eram filhos de Satanás, o homicida. Jesus afirma ser Deus Jeová quando diz: “Antes que Abraão existisse, EU SOU” (veja v. 58; também Êx. 3.14). No versículo 24, ele também afirma: “Se não credes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados”. No v. 28 ele declara: “Quando levantardes [na Cruz] o Filho do Homem, então, sabereis que EU SOU”. Satanás mente ao dizer que Jesus Cristo não é o Filho de Deus (veja 1 Jo. 2.22; 4.1-3). É possível honrar a Deus e, ao mesmo tempo, desonrar a seu Filho (5.23).

Pr. Gualter Guedes

quinta-feira, 15 de julho de 2010

JESUS COMO A ÁGUA DA VIDA (João Cap. 7)

TUDO ACONTECEU NUMA FESTA
Agora,  no capítulo 7  de João, nos movemos para  o período de conflito. Os líderes judeus viram os sinais de Cristo e ouviram seus sermões. Agora, começam a opor-se a ele. Examine estes versículos a fim de ver a oposição deles: 7.1, 19, 23, 30, 32, 44; 8.6, 37, 48, 59; 9.22, 34; 10.20, 31-33, 39; 11.8, 16, 46-57; 12.10.

I. Antes da festa: DÚVIDA (7.1-9)
No 15° dia do sétimo mês (set-out), realizava-se a Festa dos Tabernáculos, que durava oito dias (Veja Lev. 23.34-44, Deut. 16.13-16 e Núm. 29.12-40). Ela era uma rememoração do tempo em que Israel viveu em tendas no tempo em que vagueou pelo deserto. Ex. 23.16 indica que também era uma festa da colheita. Ela era uma das três festas a que os homens judeus tinham de comparecer todos os anos (Deut. 16.16).

Os “irmãos” de Cristo são seus meios-irmãos e meias-irmãs, os filhos de Maria e José. Jesus era o “primogênito” de Maria (Lc. 2.7), o que indica que ela teve outros filhos; veja também Mat. 13.55-56 e Mc. 3.31-35. Algumas pessoas que tentam defender a doutrina da virgindade perpétua de Maria dizem que esses são “primos” do Senhor, no entanto seus irmãos nunca foram designados dessa forma. Nessa época, os irmãos de Cristo não acreditavam nele, embora Atos 1.14 indique que após sua ressurreição eles o receberam. Salmos 69.8-9 predisse a descrença deles e é outra prova de que Maria teve outros filhos.

Cristo vivia de acordo com o cronograma que Deus estabelecera para sua vida. A pessoa não-salva pode ir e vir de acordo com sua vontade, mas todo filho de Deus tem de seguir a orientação do Senhor. Como é triste que os irmãos de Cristo o deixaram para trás a fim de comparecer a uma festa religiosa!

II. No meio da festa: DEBATE (7.10-36)
A alimentação dos 5 mil e a cura do paralítico (5.1-9); veja 7.23) suscitou o interesse da multidão. Os judeus disseram que Jesus não era de Deus porque curou o homem no sábado. Eles disseram que ele era possuído pelo demônio (v.20) e até falaram de matá-lo, todavia ainda não chegara a hora de Deus (v. 30). Os judeus abordam cinco tópicos diferentes quando discutem a respeito de Jesus na festa.

A. Seu caráter (vv. 10-13) - Alguns o chamam de “bom”; outros, de enganador. Por que eles estavam confusos? Porque temiam os líderes judeus. Salmos 29.25 adverte: “Quem teme ao homem arma ciladas”. O caráter de Cristo era tão imaculado que eles, quando finalmente o prenderam, tiveram de arrumar falsas testemunhas para falar contra ele. Pilatos, Judas e até o soldado romano declararam a inculpabilidade dele.

B. Sua doutrina (vv. 14-18) - Os judeus surpreendiam-se com o conhecimento espiritual de Cristo, pois ele nunca freqüentara a escola deles nem estudara com um rabi. A instrução é uma bênção, mas é melhor ser ensinado por Deus que tomar emprestadas idéias dos homens. A doutrina de Cristo vem de Deus; os ensinamentos dos homens vêm da mente humana, bastante turva. Paulo adverte em relação ao que é falsamente chamado de “saber (ciência)” (I Tm 6.20; veja também Cl 2.8). Poderíamos ler João 7.17 desta maneira: “Se alguém quiser fazer a minha vontade (...)”. O segredo para aprender a verdade de Deus é a disposição para a obediência. Medite que: “A obediência é o órgão do conhecimento espiritual”.

C. Suas obras (vv. 19-24) - Eles tentam defender a Lei ao acusá-lo de trabalhar no sábado, contudo ele lhes mostra que o desejo de matá-lo se opõe à Lei que veneram. Como as pessoas que se opõe a Cristo e rejeitam sua Palavra são contraditórias! Um homem pode ser circuncidado no sábado, mas não curado! Eles, como muitos hoje, eram superficiais e julgavam pela aparência, não pela verdade.

D. Sua origem (vv. 25-31) - Os vrs 27 e 42 não se contradizem. Os judeus sabiam onde o Messias nasceria e também que seria um nascimento sobrenatural (Is. 7.14). Em outras palavras, eles não sabiam de onde ele era (veja v. 28). O registro afirma que Cristo nasceu da virgem Maria , mas os judeus não acreditam nisso. João 8.41 sugere que eles acusam Jesus de ter nascido em pecado; talvez as pessoas dissessem isso por causa da condição de Maria antes de casar-se com José. Nos vrs. 28-29 Cristo afirma que foi enviado pelo Pai e que se eles conhecessem o Pai conheceriam o Filho.

E. Seu aviso (vv. 32-36) - O “pouco de tempo” de que Cristo falou durou seis meses. É importante que as pessoas busquem o Senhor “enquanto se pode achar” (Is. 55.6). Muitos pecadores perdidos que rejeitam a Cristo hoje não o encontrarão quando o procurarem amanhã (Pv. 1.24-28). Os judeus ignoravam as verdades espirituais e pensaram que ele falava sobre ir aos judeus dispersos entre as nações. Eles não podiam conhecer a verdade porque não estavam dispostos a lhe obedecer. Eles discutiram com Cristo e perderam a alma.

III. O último dia da festa: DIVISÃO (7.37-53)
O sétimo dia da festa era um grande dia de celebração. (O oitavo dia era de “santa convocação” – Lv. 23.36; veja Núm. 29.35). Durante a festa, toda manhã na hora do sacrifício, os sacerdotes deviam pegar água no tanque de Siloé em um vaso de ouro e derramá-la no templo. Isso comemorava o fenomenal suprimento de água que Deus dera aos judeus no deserto. O sétimo dia era o ponto culminante da festa e era conhecimento como “O grande hosana”. Não precisamos de muita imaginação para fazer uma idéia do que aconteceu quando Jesus exclamou: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba” (v. 37), no momento em que os sacerdotes derramavam a água. Cristo é a Rocha da qual fluem as águas (Êx. 17.1-7; 1 Co 10.4). Ele foi pregado na cruz para que o Espírito da vida pudesse salvar e saciar os pecadores sedentos. Na Bíblia, a água usada para limpeza simboliza a Palavra de Deus (Jo 13.1-17; 15.3); a água para beber representa o Espírito Santo (Jo. 7.37-38).

As pessoas discutiram e se dividiram a respeito do assunto, em vez de aceitar o gracioso convite dele para que fossem a ele. Alguns creram nele, outros o rejeitaram. (Veja Mt. 10.31-39 e Lc 12.51-52). Os soldados não o podiam prender, porque as palavras dele cativaram o coração deles (v. 46). Os líderes judeus, ao rejeitar Cristo, fecharam a porta da salvação para os que seguiam o mau exemplo deles (Mt. 23.13).

Mais uma vez, Nicodemos entra em cena e, agora, defende os direitos legais de Cristo. Em João 3, ele estava nas trevas da confusão, mas aqui ele vivencia a aurora da convicção e quer dar uma oportunidade justa a Cristo. Nicodemos aprendeu a verdade, porque o segredo para aprender a verdade de Deus é a disposição em obedecer à Palavra (v. 17). Em João 19, vemos Nicodemos à luz da confissão identificando-se abertamente com Cristo. Como ele tomou essa decisão? Ele estudou a Palavra e pediu que Deus o ensinasse. As autoridades disseram-lhe: “Examina e verás”, e ele fez exatamente isso. Qualquer pessoa que leia a Palavra e lhe obedeça move-se das trevas para a luz maravilhosa de Deus.

Pr. Gualter Guedes

sábado, 10 de julho de 2010

Homenagem ao Dia do Capelão Evangélico


Pr. Gualter Guedes recebe a MOÇÃO / MEDALHA "Pr. João Filson Soren" da Vereadora Liliam Sá

A Comunidade Evangélica do Rio de Janeiro, comemorou no dia 21 de junho, o Dia do Capelão Evangélico, instituído pela Lei Municipal nº 3983/2005, de autoria da Vereadora LILIAM SÁ (foto), em memória ao nascimento do ilustre Combatente de Cristo, o Pastor João Filson Soren, primeiro Capelão Militar Evangélico do Brasil. Em uma sessão realizada na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, alguns capelães receberam a menção honrosa João Filson Soren, pelo brilhante trabalho que têm desenvolvido.
Receber esta medalha/monção é mais que uma condecoração, mas o reconhecimento de um trabalho que tem sido desenvolvido com carinho e atenção. Trata-se do reconhecimento de um trabalho que é realizado com amor e temor de Deus. Servi a Marinha do Brasil por 32 anos de bons serviços prestados,  e neste período pude dentro de nossas Unidades estar  a frente ou ajudando grandes trabalhos Evngélicos. Por falta até de Capelães Evangélicos. Hoje a Marinha conta com  um quadro de capelães evangélicos, onde a cada ano uma vaga de Capelão Evangélico é preenchida, suprindo assim, uma necessidade do passado.  Graças a Deus.

Pr. JOÃO FILSON SOREN
Foi pastor Batista e exerceu a presidência da Convenção Batista Brasileira por dez mandatos consecutivos. Presidiu a Aliança Batista Mundial (ABM) de 1960-1965. Nos 50 anos de existência da ABM, foi o primeiro latino-americano a receber esta investidura. Pastoreou a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, por 50 anos. Recebeu o trabalho pastoral da igreja de seu pai, o reverendo Francisco Fulgêncio Soren. João Filson Soren, e seu pai trabalharam nesta igreja por quase todo século vinte, de 1902 a 1985.
Ele foi o primeiro capelão militar evangélico do Exército Brasileiro, e que por ocasião da Segunda Guerra Mundial, serviu na Força Expedicionária Brasileira (FEB) entre 1944 e 1954, nesta época tinha 36 anos. Viveu quase um ano na Itália e recebeu mais de dez condecorações militares, inclusive a Cruz de Combate de 1º classe, a mais alta honraria do Exército Brasileiro. O pastor João Filson Soren, faleceu no dia 2 de janeiro de 2002, um dia depois de comemorar o seu 67º aniversário de ordenação ao sagrado ministério, e um dia antes de comemorar o início de seu pastorado. O carioca João Filson Soren, morreu no Rio de Janeiro, com 93 anos de idade. Durante seu pastorado, o reverendo Soren batizou 3.345 novos membros, cerca de 67 pessoas por ano.

Origem da Capelania Militar Evangélica (Protestante) no Brasil
Sob o patrocínio da Confederação Evangélica  do Brasil e por instrumento do seu Conselho de Relações Intereclesiástica e dos capelães evangélicos, é ministrada assistência religiosa no Exército. Nomeados oficialmente pela Confederação Evangélica do Brasil, os capelães são reconhecidos pelas autoridades e exercem o seu ministério sem distinção de credo ou denominação. Na maioria dos casos este trabalho era feito voluntariamente, inicialmente apenas o capelão da 1ª Região Militar (1º RM) recebia seus vencimentos do governo federal. De caráter rigorosamente interdenominacional, representa essa assistência uma das mais expressivas realizações da obra de cooperação e de unidade espiritual do Evangelho Brasileiro.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

COORDENADORIA CAPITAL CEADER / CULTO NA ASS DEUS DO PECHINCHA - EM TEMPO

CONFRATERNIZAÇÃO DE PASTORES

Pastores da Coordenadoria da Capital – CEADER, passam um dia de confraternização em pescaria, na Barra de Guaratiba, um lindo lugar. Onde foi alugado dois barcos. Foi um dia espetacular, em que os laços de amizade aumentaram.


Amigos não podemos ficar somente em uma pescaria. Há necessidade de fazermos mais vezes, pois nós pastores precisamos ter um tempo assim de descontração e de carinho entre nós. No Velho Testamento fala-se muito em União (Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união – Sl 133.1). Mas no Novo Testamento a ênfase maior é na Palavra Unidade (Medite em: Atos 1.12-14; 2.42-47), estes textos nos mostra que a palavra de Unidade esta presente no meio dos Apóstolos, por isso irmãos precisamos ser um só em Cristo Jesus o nosso Senhor, deixando de lado tudo aquilo que nos afasta da nossa comunhão. A oração da Coordenadoria da Capital, dirigida pelo Pr. Edvaldo Nascimento, tem sido uma benção para mim, e bom seria se todos juntos unânimes, perseverando em oração com um só objetivo: A expansão do Reino de Deus. Amigos pastores que a Unidade (um só), não deva deixar de existir entre nós. Glória a Deus!!



Convite feito pelo Pr. Misael Pedro

A Igreja Ev. Ass. de Deus do Pechincha, pastoreada pelo Pr. Misael Pedro, todas as quintas-feiras, em sua sede, tem um culto abençoado, na qual eu fui o pregador no dia 21 de maio na Campanha “VIVENDO O TEMPO DA DUPLA HONRA”, vale participar, Deus tem operado grandemente neste lugar. Indico aos irmãos e amigos. Fica na Rua Retiro dos Artistas. 37 – Pechincha – Jacarepaguá

terça-feira, 22 de junho de 2010

JESUS COMO O PÃO DA VIDA (João Cap. 6)

I. OS SINAIS (6.1-21) - -> Os três primeiros sinais mostraram que o homem é salvo pela Palavra, pela fé e pela graça. Narrados no estudo anterior de João Cap. 5. O quarto sinal (alimentação de 5 mil) mostra-nos que a salvação satisfaz as necessidades interiores do coração. Jesus é o Pão da vida. Esse milagre também nos lembra que Deus ainda usa instrumentos humanos para levar a mensagem do Evangelho aos homens, embora a salvação seja do Senhor e concedida apenas pela graça. Jesus deu o pão e o peixe aos discípulos, e eles os distribuíram entre a multidão. Se nós dermos ao Senhor tudo que temos, como o rapaz de Jo. 6.9, ele pegará isso e dividirá tudo o que temos para abençoar os outros.

Jesus não seria Rei para um grupo de pessoas que estava apenas interessado em encher o estômago (v. 26). Ele afastou-se da multidão e enviou os discípulos para o outro lado do mar, sabendo muito bem que havia uma tempestade a caminho. Como a Igreja hoje: lutamos com dificuldade contra as tempestades de Satanás, mas nosso Senhor olha por nós e, um dia, virá para nos trazer paz. Observe também que o barco chega milagrosamente a seu destino quando Cristo sobe a bordo (v. 21). A salvação traz paz ao coração - paz com o Senhor (Rm 5.1) e paz de Deus (Fp. 4.4-7).

II. O SERMÃO (6.22-65) - -> Os vv. 22-31 descrevem o cenário em que o sermão foi feito. As pessoas, interessadas em alimento, seguiram Cristo até Cafarnaum, do outro lado do mar, e o encontraram na sinagoga (v. 59). Ele revelou os motivos carnais e superficiais delas (vv. 26 e 27) e sua ignorância quanto ao sentido de ser salvo pela fé (vv. 28, 29). Ele queria dar-lhes a vida eterna da mesma forma como graciosamente as alimentara com o pão, e tudo que deveriam fazer era aceitá-lo, mas elas logo pensaram que teriam de trabalhar para isso. No vs. 30, os judeus lançam um desafio a Jesus: “Que sinal fazes para que o vejamos e creiamos em ti?”. Eles lembram-no de como Moisés fez cair pão (maná) do céu para alimentar os judeus (Ex. 16), e Jesus fundamentou seu sermão nisso. O sermão divide-se em três partes, e a cada uma delas segue-se uma reação da multidão.

A. Ele se revela: o Pão da vida (vv. 32-40) - -> Essa é uma clara afirmação de que é o verdadeiro Filho de Deus! O Pão de Deus é uma pessoa do céu (v. 33) e dá vida não apenas aos judeus (como fez Moisés), mas a todo o mundo! A forma de receber esse Pão é vir até o Senhor e pegá-lo, e esse Pão dá vida não apenas hoje, mas também vida futura na ressurreição. Observe a reação dos judeus (vv. 41 e 42) que negam a divindade dele. Jesus disse que Deus era seu Pai (v. 32), e eles dizem que José é seu pai (v. 42).

B. Ele revela o processo da salvação (vv 43-52) - -> O pecador perdido não busca Deus (Rm 3.11), no entanto a salvação inicia-se em Deus. Como o Senhor traz as pessoas a Cristo? Ele usa a Palavra (v 45). Para ter uma descrição clara do que Cristo quer dizer com “trazer” os homens, leia 2 Tes 2.13-14. Comer o pão terreno sustenta a vida por um tempo, mas, no fim, a pessoa morre. Receber o Pão espiritual (Cristo) dá vida eterna. No versículo 51, Cristo deixa claro que dará sua carne pela vida do mundo. Os judeus discutiram a respeito disso (v. 52), pois era contrário à lei judaica comer carne humana. Eles, como Nicodemos, confundiram o físico com o espiritual.

C. Ele revela o poder da salvação (vv 53-65) - -> O que Jesus quer dizer com “comer” sua carne e “beber” seu sangue? Ele não fala no sentido literal. No v. 63, ele afirma com clareza: “A carne para nada aproveita”. O que dá vida? “O espírito é o que vivifica”. As palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida.” Em outras palavras, a pessoa, ao receber a Palavra como é ensinada pelo Espírito, come a carne de Cristo e bebe o seu sangue – isto é, participa de Cristo e recebe-o. Cristo não fala do pão e do cálice da ceia do Senhor ou de qualquer outro rito religioso. Jesus ainda não instituíra a ceia do Senhor, e, quando o fez, deixou claro que ela era um memorial. Ela não concede vida. Negaríamos a graça de Deus na salvação (Ef. 2.8,9), se disséssemos que o homem recebe a vida eterna ao comer do pão e beber do vinho.

Jesus é a Palavra viva (Jo 1.1-4) e se “fez carne” por nós (1.14). A Bíblia é a Palavra escrita. Seja o que for que a Bíblia diga a respeito de Jesus, diz o mesmo a respeito de si mesma. Os dois são santos, são verdade, são luz, são vida, dão novo nascimento, são eternos, são o poder de Deus. A conclusão é óbvia: você recebe Jesus Cristo quando recebe a Palavra no coração. Nós “comemos a carne dele” ao participar da Palavra do Senhor. No v. 51, Jesus afirma: “Eu sou o pão vivo” e, em Mt 4.4, declara: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”. Em Jo. 6.68, fica claro que Pedro aprendeu o sentido do sermão, pois declara: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna”.
As pessoas ficam ofendidas com essa doutrina (v. 61) e não caminhariam mais com Cristo. Essa é a crise nº 1 do evangelho de João

III. A SEPARAÇÃO (6.66-71) - -> A Palavra de Deus, ao revelar a pessoa de Cristo, separa o verdadeiro do falso. A multidão rejeitou o Pão da vida para a alma, pois queria o pão para o corpo. Pedro e dez dos discípulos afirmaram sua fé em Cristo. A fé deles vem pelo ouvir a Palavra (Rm 10.17). Entretanto, Judas era um embusteiro e, no fim, trai a Cristo. É importante notar que: no v. 66, a palavra “discípulos” refere-se aos “seguidores” da multidão, não os doze apóstolos.

Pr. Gualter Guedes

quarta-feira, 9 de junho de 2010

DÍZIMOS E OFERTAS

Estarei falando de algo que poucas pessoas consideram espiritual: DINHEIRO. A verdade é que o dinheiro é um assunto altamente espiritual. Estou escrevendo um livro que trata especificamente sobre este assunto.

Alguém disse que a última parte do homem a ser convertida é a sua carteira. Mas eu não acredito que isto seja verdade. Quando uma pessoa se entrega nas mãos de Deus para receber uma vida nova, tudo que ela é e tudo que ela tem passam a pertencer ao seu novo Senhor, Jesus Cristo.

Dinheiro não é apenas um meio de comprar e vender coisas. Dinheiro também é senhor. Tanto é verdade que Jesus disse que o homem não pode servir a dois senhores: ou há de amar a Deus, ou entregará seu coração ao seu tesouro (dinheiro). (Mateus 6.19-24).

Para ser um servo autêntico do Senhor Jesus, você precisa entender o que Ele espera de você neste campo onde trabalha para ganhar o pão de cada dia. É importante também saber o quanto Deus quer abençoá-lo na área de suas finanças.

Não afaste Deus deste setor tão importante do seu dia-a-dia. Ele quer que você viva abundantemente, em todos os aspectos de sua vida. E é importante saber que: Paulo em Atos dos Apóstolos no capítulo 20 discursando aos anciãos da Igreja de Éfeso, lá no capítulo 35 diz assim: “Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem aventurada coisa é dar do que receber”. Por isso quando entregamos de coração o que pertence ao Senhor, o nosso dízimo; e ofertamos em sua casa, nos encaixamos nesta situação do “DAR”, “ENTREGAR”, “DOAR”. E sabemos que quando fazemos assim, agradamos o coração de Deus. E como um bom pai, ele sabe nos retribuir na hora em que precisamos. Assim como você faz com seu filho, Ele faz conosco.

O dízimo corresponde a dez por cento da sua renda bruta e deve ser entregue na Igreja que você pertence. Ele irá ajudar no desenvolvimento dos vários aspectos da obra – educação, evangelização e manutenção da casa do Senhor. As bênçãos que o Pai celestial reserva para o dizimista são imensas. Prove e verá.

Também oferecemos ao senhor as ofertas que são aplicadas pela liderança da Igreja na expansão da obra do Senhor para beneficiar os velhos, órfãos, pobres e necessitados.

Sim, ainda podemos abençoar vidas através deste chamado “vil metal”, transformado nas mãos do Senhor em algo abençoado e sagrado.

Meu Pastor tem um jeito especial de explicar Dízimos e Ofertas. Ele diz: “O dízimo guarda o que você tem e a oferta abre portas para o que você precisa”, (Pr. João Aine).

Dízimo: Gosto do jeito que ele coloca. Se você observar o que diz a palavra em Malaquias 3.10,11, principalmente o Vs. 11, quando diz que: “repreenderei o devorador”. O devorador come o que nós temos, se não temos nada, vai comer o que? E quando entregamos o dízimo, o Senhor repreenderá este devorador de comer o que eu tenho.

Oferta: É como sementes plantadas. Quando o agricultor planta milho, arroz, etc... Ele abre uma vala grande com o arado e depois coloca as sementes em suas mãos e vai soltando ela devagarzinho nesta grande vala. E depois vem o tempo, e o que plantou cresce e dá o seu fruto e ele colhe. Então concordo com o que meu Pastor quando diz: que a oferta, abre portas para o que eu preciso. Vou colocando minhas ofertas dentro das salvas e vou plantando para poder colher, e na hora certa, quando eu precisar de algo, o Senhor abre as janelas do céu para me suprir de algo que eu preciso. E o devorador que já não pode comer o que eu tenho, por causa da entrega do meu dízimo, ainda tem que engolir o meu crescimento. Tanto espiritual, quanto material. Glória a Deus, meu Senhor!!!!!

Perguntas:
- Você entende como é espiritual este assunto de dinheiro?
- Você já esta pagando o dízimo de sua renda?

Sugestões:
- Comece sua vida nova com o pé direito, pagando a Deus o dízimo de sua renda.
- Prove o Senhor com suas ofertas para o sustento de sua obra.
- Procure saber como Deus abençoa as pessoas que são dizimistas, e aguarde você também as bênçãos do Senhor.

domingo, 6 de junho de 2010

O BATISMO

O batismo nas águas faz parte fundamental do cristianismo autêntico e vibrante.
O batismo envolve a operação do Espírito Santo na vida de quem já foi perdoado de seus pecados. Ele leva o penitente ao Reino de Deus.
Talvez você pergunte: como é este batismo nas águas? Por aspersão ou imersão? Quando criança ou adulto?
No manual do Cristianismo – a Bíblia – descobrimos que o batismo nas águas se segue ao arrependimento de pecados. Sendo assim, o batismo de uma criança pela comunidade cristã não satisfaz às condições de fé, visto que ela não necessita do arrependimento de pecados.
Duas coisas acontecem quando uma pessoa passa pelas águas batismais: sepultamento e ressurreição. Nada melhor do que citar o apóstolo Paulo, que instruiu a Igreja sobre este assunto: “De sorte que fomos sepultados com Ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida” Romanos 6.4.

Por esta razão recomendamos a forma mais antiga de batismo – imersão total em água, maneira pela qual experimentamos um sepultamento e uma ressurreição. Ao sepultarmos o homem velho, saímos do “túmulo”, passando daí em diante a viver para Jesus.
Há urgência no batismo do novo cristão. O ladrão crucificado ao lado de Jesus não foi batizado nas águas, mas se houvesse descido da cruz, certamente teria sido batizado. Isto porque a vida cotidiana precisa da virtude e a força só alcançáveis pelo batismo.
Gosto muito da maneira como Pedro respondeu aos que presenciaram os acontecimentos no dia de pentecostes. Ao ser inquirido de como poderiam participar da vida nova, ele esclareceu: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão dos vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo” Atos 2.38.

Perguntas:
- Considera o batismo importante em sua nova vida espiritual?
- Foi batizado nas águas depois do arrependimento de seus pecados?
- Se a resposta é não, qual o motivo?

Sugestões:
- Não demore a tomar uma decisão sobre o batismo.
- Tão logo seja possível, converse com seu pastor e passe pelas águas batismais.

terça-feira, 1 de junho de 2010

ANDAR – Uma nova vida com Jesus

A nova vida em Cristo é exatamente o que a frase diz: uma vida. Mais do que tomar uma decisão para Cristo, o cristianismo autêntico e vibrante significa viver para Deus todos os momentos de todos os dias.

Para isto o Senhor nos oferece várias coisas, tornando possível uma vida cheia de paz e abundância. Entre elas quero mencionar apenas três: a oração, a leitura bíblica e a freqüência aos cultos da Igreja.

Deus agora é o seu Pai celestial. Ele ouve quando os seus filhos falam. O crente fala com Deus através da oração. Que não é uma declamação ou discurso. Orar é conversar com o Pai que está no céu. É um bate-papo com quem o entende.

Mas a oração não é apenas falar, mas é também ouvir. É diálogo. Quantas vezes o crente recebe conforto, direção e inspiração no momento da oração pessoal. Sozinho. Quando cessa o barulho que ataca a mente e o espírito. Cultive, portanto, o hábito de falar com Jesus diariamente em oração.

Você ainda não sabe da experiência gloriosa que terá pela frente: a leitura bíblica. Este livro sagrado de 66 livros abrange a revelação de Deus para as gerações passadas, presentes e futuras. Ela é a palavra de Deus dirigida a você.

Comece a sua leitura com um dos quatro Evangelhos e os Salmos. Você irá familiarizar-se com a vida de Jesus e os hinos que o povo de Deus cantou há séculos.

Estará depois preparado para examinar as cartas de Paulo, João e Pedro: as epístolas do Novo Testamento. Mais tarde as histórias do povo de Israel servirão como texto de orientação sobre a bondade e a paciência do Senhor para com seu povo.

Entre as novas atividades desta vida nova quero destacar a freqüência às reuniões da Igreja local. Elas são vitais à sua saúde espiritual. Você precisa do ambiente de paz e de fé que existe nos cultos prestados a Deus.

É na Igreja local que você aprende a louvar a Deus – atividade das mais sublimes neste mundo. Elevando seu espírito ao Senhor, saem de sua boca palavras e cânticos de agradecimento. Você viverá nesses momentos um pedaço do céu aqui na terra.

Sim, meu amigo, esta nova vida é agradável. Ela satisfaz.

Perguntas:
- Você já criou o hábito de orar diariamente num culto devocional e pessoal?
- Você tem um plano de leitura bíblica?

Sugestões:
- Todos os dias faça contato com Jesus através de oração e leitura Bíblica.
- Cultive a presença do Senhor nas reuniões de uma Igreja local.
- Desenvolva uma vida de louvor e adoração, pois nela achará a presença viva de Deus.